quarta-feira, 22 de junho de 2016

Bhutan, o país da felicidade




O Bhutan está encravado entre a China e a Índia e tem cerca de 700 mil habitantes aproximadamente. É um pequeno e fechado reino encantado localizado nos Himlayas orientais, conhecido também como “Terra do Dragão” e sua capital é a bela cidade de Thimphu, certamente o lugar mais tranquilo do mundo. O ninho da tigresa é um local místico-esotérico e histórico que está situada aproximadamente 3.300 m de atitude, acima do nível do mar, o nascimento do principal mosteiro tibetano de Bhutan. 


Thimphu é um lugar de gente iluminada, tranquila, alegre, simples e feliz.
Todos vestem um tipo de uniforme. Homens usam ‘gho’, um tecido até o joelho com uma faixa na cintura, como uma túnica. As mulheres usam ‘Kira’, pano longo e colorido até o pé e blusas de seda coloridas por baixo.
Os Butaneses acreditam que mente fala e corpo têm de estar em harmonia. Eles cultuam o budismo Mahayana, que tem garantia Constitucional no país. Essa é a herança espiritual que o povo deve passar para as próximas gerações, pregando a paz, a compaixão e a não-violência. O chefe religioso do Reino, o Je Khenpo, goza de uma importância quase idêntica à do rei, sendo também respeitadíssimo pela população.


A grande maioria dos butaneses seguem o Budismo (80%), com exceção dos habitantes do sul, de origem nepalesa Bhasa (newars), que seguem o hinduísmo tântrico e o budismo Vajrayana (20%). O budismo foi introduzido no país no século II d.C, mas só se estabeleceu como religião dominante no século VII com a visita de Padmasambava, o famoso mestre tântrico indiano.
As Newars são Tântricos, ou seja, acredita que a união de poderes masculinos e femininos move o universo. Neste contexto eles associaram o Hinduísmo Tântrico e o Budismo Vajrayana como religião nativa dos povo Nepal Bhasa. Eles são os habitantes históricos da Vale Katmandu e seus arredores em Nepal. Os Newars são considerados como um exemplo de uma comunidade com uma relíquia de identidade, casta e heterogeneidade religiosa.
As Newars tem características física e filosofia religiosas semelhante dos butaneses, o que difere é a vestimenta.



A cultura butanesa predomina a poligamia e acreditam e algumas superstições que estão presentes nos seus dia a dia. Pinturas grandes na entrada das casas ou esculturas de animais totem como protetor, pimenta vermelha pendurada na frente da casa espantar energia negativa e traz alegria, símbolos e desenho de falo em atividade para atrair boa sorte e afastar maus espíritos.



O rei Jigme Singye, educado na Inglaterra, tomou uma decisão nada típica entre monarcas e ditadores: abriu mão do poder absoluto, delegando poderes executivos ao seu Conselho de Ministros. Mais: o parlamento butanês ganhou o direito de pedir a cabeça do rei – não no sentido literal – caso essa seja a vontade de pelo menos dois terços dos membros.
O PIB ganhou um título de nobreza bastante interessante "Felicidade Interna Bruta da nação". O rei budista é adorado, o homem mais sábio e bonitão. Todos têm confiança absoluta de que tudo o que ele faz é pela felicidade do povo.



Aos 17 anos de idade, o rei Sua Majestade Jigme Singye Wangchuck, inovou a política do seu país. Este reino nos Himalaias é famoso por sua inovadora política de 'Felicidade Interna Bruta (FIB)'. É uma terra onde a satisfação impera e a tristeza não ganha visto de entrada. O rei senta num trono com encosto Dharmachacra/Roda da Lei, na sua coroa está presente o Falo, foto do buda, do dragão e as cores vibrantes que trabalha a energia da harmonia.


Autora: Rainna Tammy
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Reino do Butão: https://youtu.be/hphuSTkq2lU

Cultura Butanesa: https://youtu.be/WO9_50adGGU

Crença exótica: https://youtu.be/HMsSfjQuR1w

Tradição milenar - TV escola: https://youtu.be/hphuSTkq2lU

Globo Reporte – Glória Maria: https://youtu.be/9MYh9FIJPC4

Saudação butanês: https://youtu.be/tDpCDG9oZj4

Celebração de HH Dalai Lama: https://youtu.be/tDpCDG9oZj4